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Filosofia

Como sabemos, vivemos tempos com grandes riscos e potencialidades. Temos nomeadamente forças activas (mais inconscientes e loucas do que possamos supor) que querem levar a Europa à guerra, à fome, ao caos e à derrota, para depois ser “socorrida” pelas mesmas…
Estas forças actuam não espontaneamente, mas através de projectos inacreditáveis, mas eficientes, planeados a longo prazo.

Ouçam com atenção ao detalhe, desde o princípio, e interliguem as coisas.
1999 2009 ” La guerre humanitaire n’existe pas” – YouTube

São forças comandadas por forças comandadas por forças, a respeito das quais, muitas vezes, podemos dizer: “Pai, perdoai-lhes, que não sabem o que fazem”. Na verdade, qualquer criança pode compreender, que o mal, é aquilo que acaba por fazer toda a gente infeliz.
A nossa luta portanto não é “por nós”, contra eles. É por todos os seres humanos de boa-vontade, que querem o bem da humanidade — com um mínimo de inteligência e senso, compreenda-se.

Seja para conseguirmos evitar tais males, seja para conseguirmos vencer e sobreviver a tais males, um movimento espiritual da nossa parte, é necessário.
E eu tenho a certeza que os escritos de Swedenborg são uma parte essencial do projecto de Paz Universal, já sonhado (e praticado!) pelo Pde António Vieira, Pessoa, etc. O Espírito Santo está não só, mas também presente nesses escritos, e com uma força e frescura infinita. Eles levarão grande mentes a aceitarem as verdades mais simples e puras daquilo que Jesus Cristo nos ensinou, nas próximas décadas.

Só Ele e suas milícias Celestes podem vencer e lutar certos males, mas isso só pode ser feito se nós o quisermos e o pedirmos, e nos tornarmos merecedores de tal, fazendo a nossa parte, que é, nomeadamente fazermos tudo o que pudermos, nós próprios. Isto tem razões perfeitamente lógicas.

Estou a escrever à pressa. Não posso dizer tudo agora. Mas posso afirmar, que tanto a gravidade da situação de Portugal, como de ameaça da Paz na Europa, são verdadeiras; assim como é verdadeira a solução.
Como foi verdadeira a oferta de Jesus a Israel. Diz Hitchens que Jesus, ou era maníaco, ou estava convencido do fim do mundo em breve. Jesus não estava convencido de nada, Jesus sabia que (pod)ia vir o “fim do mundo” para Israel. São vários os académicos a considerarem que Jesus, tentou não só, mas também salvar o Estado de Israel, o que teria sido possível, se uma transformação espiritual tivesse mudado o país, em vez de se darem ouvidos aos fariseus — e aos bancários ! hehehe, aos economistas — de então.
No sec XVIII, surgiu Jesus, de novo nos escritos de Swedenborg, com uma doutrina que tinha a força de trazer verdade, paz e amor. Para quem não sabe, muitas pessoas naquela altura, pessoas em posição de poder, planearam a formação de uma cidade segundo a espiritualidade revelada por Swedenborg, de tal forma havia admiração e entusiasmo por aqueles ensinamentos. Infelizmente, o egoísmo venceu, — nomeadamente pela ausência total do escutar da voz feminina — e, em vez disso, formaram-se outras organizações, hoje bem conhecidas e activas, onde muitos puderam satisfazer os seus egos…. e dando origem às Guerras Mundiais e às desgraças do século passado e deste.

Sobretudo agora, que temos a riqueza das lições da História, agora, em que por vezes já há um mínimo de abertura a outros pontos de vista mais intuitivos, do sentir, do amor, seria a coisa mais estúpida, na verdade, boçal, escaparem-nos estes factos, permanecermos indiferentes a este tesouro divino, e originarmos a mesma catástrofe da auto-destruição. Com a diferença que agora, devido à ciência, as catástrofes são de uma maior gravidade

Se Nietzsche declarou que Deus está morto, já tivemos tempo, em nas guerras e neste último século de ver o resultado de “quando Deus está morto”, e que a sua ausência, também ainda não resolveu um único dos problemas da humanidade. Pelo contrário, as carnificinas têm sido incomparáveis.

É verdade que podemos fazer uso de outras fontes de inspiração e de verdades — mas, os escritos de Swedenborg, a seu tempo, permitirão muitas mentes críticas e inteligentes abrirem-se para uma verdade e amor espiritual sem a qual, elas criam monstros, em vez de felicidade na Terra.

Se pensarmos em Deus como aquele Bem, além do qual nenhum Bem maior é possível concebermos…. talvez queiramos ver como a questão não é (bem – lol) se se acredita em Deus ou não, mas o que consideramos ser Deus…


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